NOITE DA CONSOADA Um texto do Aluno: ANTÓNIO FONSECA DA BENTA

Noite da Consoada

Embora se diga muitas vezes que o Natal é quando o homem quiser, até é verdade, mas a noite de 24 para 25 de Dezembro é por excelência o verdadeiro Natal para a minha família.

Faz-se o jantar para todos, avós, pais, filhos e netos. Estamos todos juntos e felizes. Sente-se o calor e a união da família. Comemos e confraternizamos.

Os mais velhos falam de assuntos diversos da vida de cada um. Os mais novos esperam ansiosos pela vinda do Pai Natal, pois até lhe escreveram cartas a pedir prendas.

A noite vai passando e, depois das batatas com bacalhau e couves, comem-se as filhoses que a avó tão bem sabe fazer, assim como alguma doçaria própria desta época festiva e, sem darmos por isso estamos no dia 25, o verdadeiro dia de Natal pelo nosso calendário.

As crianças não adormecem pois esperam que o Pai Natal não se esqueça delas, e até gostavam de falar com ele, mas não pode ser porque ele anda muito apressado.

São horas de os distrair um pouco para dar tempo de colocar as prendas junto da árvore de Natal sem que eles se apercebam.

Quando regressam já o Pai Natal passou e deixou as desejadas prendinhas. Então é vê-los com os olhos a brilhar, curiosos para ver o que lhes deixou o homem que vem das neves com as renas e o saco cheio de prendas.

É uma alegria e os pais e os avós ficam felizes com a sua satisfação. Afinal o Natal é das crianças.

«Pena é, que no mundo em que vivemos, haja milhões de pessoas e crianças que não tenham um natal como o meu, ou até melhor, pelos motivos que todos conhecemos. (guerras; fome; discriminação …)»

Termino com a esperança de que o mundo mude para melhor e um dia todos possamos passar o dia de Natal em PAZ e ALEGRIA.

 

BOAS FESTAS PARA TODOS

António Fonseca da Benta

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